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Artistas

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Anna Bella Geiger

Anna Bella Geiger (Rio de Janeiro - RJ, 1933) é artista pioneira na arte contemporânea brasileira. Estudou Línguas na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Arte e Sociologia na New York University. Foi aluna de Fayga Ostrower e, desde os anos 1950, expõe no Brasil e no exterior, com participações nas bienais de São Paulo, Veneza e Istambul. Tem obras em acervos como MoMA NY; Tate Modern e Victoria & Albert; Londres Centre Pompidou, Paris; The Guggenheim Museum, NY; The Fogg Collection, Boston;  Reina Sofía, Madrid. Em 2025, participou da mostra Radical Software: Women, Art & Computing 1960–1991 na Kunsthalle Wien.

Caio Luiz

Caio Luiz (Nova Iguaçu - RJ, 1998) é artista visual, vive e trabalha no bairro da Posse, em Nova Iguaçu. A sua produção artística se dedica a observar, através de novas perspectivas, a existência da vida na Baixada Fluminense, uma região frequentemente marcada por narrativas de tragédia e exclusão. Ao utilizar o território como contexto, mapeia espaços, pessoas e paisagens, revelando as complexidades da vida periférica além dos estigmas que a cercam. A relação de materiais como terra, cimento, areia e zinco, presente em suas obras, não só reflete a evolução e conquista relacionadas ao corre diário, mas também problematiza a invasão do ambiente urbano em espaços naturais, questionando os custos dessa transformação.

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Conceição Durães

Conceição Durães (Recife - PE, 1960) nasceu em Pernambuco, mas viveu a sua infância e adolescência em São Paulo. Posteriormente, mudou-se para o Rio de Janeiro e estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Gama Filho. Ingressou no serviço público, porém, sempre esteve envolvida com a arte. Em sua trajetória, participou de cursos livres de desenho e pintura, vários workshops com foco na arte contemporânea, bem como exposições coletivas e individuais. Atualmente vive em Nova Friburgo e realiza projetos com grupos de artistas provindos da região ou das cidades de Niterói e Rio de Janeiro.

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Conativo

Conativo (Duque de Caxias - RJ, 1996) é um pintor e músico, nascido e criado no bairro de Imbariê, em Duque de Caxias. Estudou Artes Visuais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Desenvolve trabalhos figurativos acerca da tensão entre os territórios do centro e periferia, questionando o planejamento urbano com imagens dos aspectos improvisados de seu bairro, da história das pessoas de sua cidade e do deslocamento diário delas no caos da rua. Realizou as exposições individuais: Observe o Espaço-Entre em 2025 no Sesc Duque de Caxias, e A Vida é Movimento em 2023 no Teatro Glaucio Gill; e de exposições coletivas como: COEMERGÊNCIAS no Paço Imperial; Bomba Relógio: a Resposta da Baixada; e do Festival de Artes em Imbariê (FAIM).

Denilson Baniwa

Denilson Baniwa (Barcelos - AM, 1984) é amazônida de origem na nação Baniwa. Atualmente vive e trabalha em Niterói. Tem como base de trabalho a pesquisa sobre aparecimentos e desaparecimentos de indígenas na História Oficial do Brasil. Busca ainda, nas cosmologias indígenas e nas suas representações artísticas, um possível método de compartilhar conhecimentos ancestrais e ao mesmo tempo criar um banco de dados com essas cosmologias como modo de salvaguardá-las.

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Danillo Kalón

Danillo Kalón (São Gonçalo - RJ, 1993) é artista plástico autodidata, tatuador profissional, serigrafista e designer gráfico. Nascido e criado em São Gonçalo, iniciou a trajetória nas artes em 2013, em uma formação profissional de audiovisual. Percorrendo espaços e coletivos com experiências artísticas e políticas, finalmente se encontra no desenho e suas diversas expressões. De etnia cigana calón e LGBTQ+, traça ritos e memórias fora do estereótipo popular a respeito dos povos ciganos com autonomia e liberdade. É membro fundador do Coletivo Ciganagens (2020).

Gervane de Paula

Gervane de Paula (Cuiabá - MT, 1961) desenha, pinta, fabrica objetos artísticos e realiza instalações. Em seu currículo, destaca-se a exposição individual Como é bom viver em Mato Grosso, na Pinacoteca do Estado de São Paulo; assim como Estalo (2025), nas exposições coletivas 14ª Bienal do Mercosul; Fullgás Artes Visuais e anos 1980 no Brasil, no CCBB (2024/2025); Dos Brasis - arte e pensamento negro, no Sesc (2023/2024); A casa do Colecionador, no Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand (2023); sua participação na Bienal das Amazônias (2023); Leonilson e a Geração 80, na Pinakotheke Rio de Janeiro (2023); Sertão (2019), no 36º Panorama da Arte Brasileira; FRESTAS, na Trienal de Artes (2017); Brasil: Imagens dos anos 80 e 90, no Art Museum of the Americas (1993/1994); A mão Afro-Brasileira, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo (1988); Como vai você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (1984); Brasil-Cuiabá: pintura cabocla, na Fundação Cultural do Distrito Federal (1981).

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Gabriella Marinho

Gabriella Marinho (Niterói - RJ, 1993) é artista plástica e jornalista especializada em Literaturas Africanas. Atualmente, vive e trabalha em São Gonçalo. Em sua pesquisa, reflete sobre a própria existência a partir do espaço, subjetividade e corporeidade, usando o barro como ponto de partida material e filosófico. Os seus trabalhos carregam cores e formas que fazem alusão à natureza e aos seus elementos primordiais por meio de linguagens como escultura, pintura, poesia, fotografia e audiovisual.

J.Lo Borges

J.Lo Borges (Rio de Janeiro - RJ, 1987) é historiadora e artista visual. O seu trabalho transita entre arte digital, arte urbana, desenho e pintura tradicionais. Com dez anos de atuação, desenvolve pesquisa sobre ancestralidade, subjetividade e conexão lésbica entre corpo, mente e espírito. Participou de diversas exposições coletivas, dentro e fora do país. Atualmente reside em Niterói, onde avoluma suas criações artísticas e sua pesquisa de mestrado que resgata a história de Francisca Luis, mulher negra e livre processada em Salvador em 1580 e em 1592, pela criminalização de sua sexualidade.

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Gustavo Caboco

Gustavo Caboco (Curitiba - PR, 1989) é do povo Wapichana, trabalha na rede Paraná-Roraima e nos caminhos de retorno à terra indígena Canauanim. A sua produção artística se desdobra nas áreas das artes visuais, cinema e literatura. Em sua obra, há dispositivos para reflexão sobre os deslocamentos dos corpos indígenas, os processos de (re)territorialização e a produção da memória. Parte importante de suas proposições acontecem em espaços educativos, como escolas, universidades, centros culturais, comunidades indígenas e quilombolas. Desenvolve pesquisas autônomas em acervos e arquivos museológicos como formas de contraposição às narrativas hegemônicas da colonialidade.

Jota

Jota (Rio de Janeiro - RJ, 2000) é um pintor nascido e criado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Autodidata, começou a pintar aos 19 anos, inspirado pelo retrato da rotina no Complexo do Chapadão, cuja beleza é invadida pela violência policial e pelos efeitos do tráfico. Nos últimos anos, o seu estilo tem sido atravessado pelo onírico, pelo divino e pela releitura da iconografia religiosa clássica europeia.​ Em seu currículo, destaca-se o prêmio Prince Claus Fund (2021), com residência artística em Amsterdã, bem como obras no acervo permanente do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). Até o momento, realizou quatro exposições individuais, incluindo a sua 1ª individual internacional Dream Under Construction (2024), em Milão, na Itália.

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Jefferson Medeiros

Jefferson Medeiros (São Gonçalo - RJ, 1989) é artista visual, músico percussionista e professor atuante de História, Sociologia e Filosofia no Ensino Básico. Atualmente vive e trabalha em São Gonçalo. Graduou-se em História pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e se especializou em Ensino de Histórias e Culturas Africanas e Afro-brasileiras pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro. Também é mestre em Estudos Contemporâneos da Arte pela Universidade Federal Fluminense e atualmente é doutorando em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em 2024, foi indicado ao Prêmio PIPA de Arte Contemporânea.

Luciana para poty

Luciana para poty Benite Nunes de Oliveira (Rio de Janeiro - RJ, 1993) é artesã. Passou a sua infância e adolescência na Aldeia Itachi Guarani M'bya, em Paraty. Há mais de 12 anos mora na Aldeia Mata Verde Bonita, também conhecida como Tekoa Ka’aguy Hovy Porã, em Maricá. Em 2019, foi eleita como suplente na representação indígena no Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Maricá.

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Karine de Souza

Karine de Souza (Nova Iguaçu - RJ, 2000) é artista visual, nascida e criada em Nova Iguaçu. Graduanda em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), iniciou a sua produção artística, de forma autodidata, em 2018. Desde então, utiliza a colagem, o bordado, os adereços e técnicas mistas como meio de reescrever sua própria narrativa em resposta às marcas das violências coloniais. Em seus trabalhos, explora a cor vermelha como símbolo de resistência, representando a dicotomia entre violência e poder. Através de sua obra, busca conectar o passado ao presente e ao futuro, ressaltando a potência das histórias compartilhadas entre mulheres e a importância de ressignificar memórias, desejos e sonhos.

Maria Buendía

Maria Buendía Potiguara (Nova Cruz - RN, 1983) é indígena, artista visual, historiadora, pesquisadora, professora, ativista e doutoranda em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense, onde pesquisa expressões culturais indígenas. As suas obras evocam conexão, memória, confluência, encantamento, contracolonialidade e bem viver. Reside há mais de 10 anos em Lumiar, Nova Friburgo - RJ, onde atua como artista e professora.

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Marcio Graffiti

Marcio Herminio (São João de Meriti - RJ, 1979), também conhecido como Marcio Graffiti, é formado em edição e montagem na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Em 2006, idealizou o Coletivo Anti Cinema, que tem como propósito realizar oficinas de audiovisual na Baixada Fluminense, democratizando o conhecimento e os meios técnicos do audiovisual. Já realizou oficinas no Paraguai e na Argentina, apresentou trabalhos em Londres junto a CriaATivo Film School, projeto financiado pelo Conselho Britânico.

Nay Jinknss

Nay Jinknss (Ananindeua - PA, 1990) é mulher negra, lésbica, nascida e criada em Ananindeua, no Pará. Artista e pesquisadora, possui graduação em Artes Visuais pela Universidade da Amazônia (UNAMA) e mestrado em Poéticas e Processos de Atuação em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). É membra do Coletivo Sapato Preto Amazonida e da Coletiva MAMANA. Em sua pesquisa, busca desenvolver uma poética contracolonial, lançando provocações a respeito da construção do imaginário iconográfico brasileiro/amazônico, na busca de traçar um pensamento mais diverso e inclusivo da sociedade brasileira e amazônida.

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Mona Lu

Mona Lu (São José do Rio Preto - SP, 1988) é artista e fotógrafa. Vive e trabalha em São José do Rio Preto, interior profundo do Estado de São Paulo. Pesquisa o universo caipira por meio dos processos artesanais da fotografia feitos ao sol. Utiliza a materialidade do território onde nasceu, as mãos e a luz solar, se conectando às práticas ancestrais do campo e, assim, estabelece uma conexão íntima com suas raízes através da formação da imagem.

RaH BXD

RaH BXD (Belford Roxo - RJ, 1998) é artista visual, rapper e produtor cultural. Formado pela Escola de Fotografia Popular do Observatório de Favelas da Maré, desenvolve pesquisas independentes sobre as periferias, registrando o cotidiano de crianças, adultos e idosos, e as condições de moradia de vizinhos, amigos e (des)conhecidos. Entre seus principais trabalhos autorais estão: “Fazendo com as próprias mãos, correndo com os próprios pés” (2022), exposto no Centro de Artes da UFF (2023); “Não percam as crianças de vista” (2022–2024), no Acervo Vivo da Juventude; e “Falsa abolição” (2020).

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Patricia Janski

Patricia Janski (Rio de Janeiro - RJ 1978) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Lumiar, Nova Friburgo - RJ. Iniciou a sua trajetória artística na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ), onde se formou em Desenho Industrial - Programação Visual, e aprofundou sua pesquisa na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, entre outras instituições. Além da arte, transita por práticas de permacultura e educação ambiental, campos que atravessam e nutrem sua produção. Sua obra se manifesta principalmente por meio da pintura, do graffiti e de instalações. Em seu ateliê, em meio à Mata Atlântica, em Lumiar, cria trabalhos que articulam arte, ciência e sustentabilidade. Fascinada pelas transformações da matéria, investiga a efemeridade nos acúmulos, erosões e dissoluções.

Robson de Souza Viana

Robson de Souza Viana (Rio de Janeiro - RJ, 1977) é artista. Formou-se em Artes Plásticas na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ) em 2005. Participou de exposições coletivas e individuais em diferentes instituições no Brasil e no exterior, combinando diferentes meios, como desenho, escultura, vídeo e fotografia. Em seu trabalho, tem como referência iconografias populares. Ao longo dos anos, a sua produção compõe um retrato diversificado do povo brasileiro através da sua cultura material e estética, ancestral e contemporânea.

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Robnei Bonifácio

Robnei Bonifácio (Rio de Janeiro - RJ, 1991) é artista e educador. Vive, trabalha e transita entre Rio de Janeiro e Nova Iguaçu. Graduou-se em Gravura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ) e é mestre em Linguagens Visuais pela mesma instituição., além de ser fundador da Aula de Boa, projeto arte-educativo para crianças do bairro de Boa Esperança, em Nova Iguaçu. Dentre algumas exposições que participou, estão FAIM 2019, em Imbariê, Duque de Caxias, e o 49º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em Santo André, São Paulo.

Társo Gentìl

Társo Gentìl (Duque de Caxias - RJ, 1987) é multiartista da Baixada Fluminense. Com 15 anos de carreira, transita pela atuação, cenografia, artes plásticas, performance, poesia e música. Em seu trabalho, pesquisa as relações entre indivíduo e sociedade, corpo e espírito. Explora os contextos de memória, ancestralidade e espiritualidade, contrapondo aos atravessamentos de seu cotidiano, onde os agentes protagonistas são corpos negros e indígenas. Alguns de seus trabalhos foram Esperança na Revolta, A Saga de Dandara e Bizum e O Grande Dia, para a Confraria do Impossível; O Aniversário de Bu, para Inépta; Entrecruzos e Um dia em nossas vidas, para a BBC filmes; e Híbrido, para Filmes do Impossível.

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Tapixi Guajajara

Tapixi Guajajara (Grajaú - MA, 1987) é mulher indígena do povo Guajajara, do centro-sul do Maranhão. Vive há 15 anos no Rio de Janeiro. É artista, cantora, artesã, mãe e sapatão. Expressa a sua ancestralidade por meio de artes com miçangas, pinturas em quadros e murais, além de pinturas corporais com jenipapo e urucum. A sua arte é resistência e afirmação. Carrega no corpo e na voz as histórias de seu povo e a força de suas raízes.

Viviane Laprovita

Viviane Laprovita (São João de Meriti - RJ, 1990) é artista visual, cantora, poeta e cineasta. Nascida e criada em São João de Meriti, atualmente vive e trabalha no bairro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. É graduada em Estudos de Mídia, mestre em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense, e especializada em pesquisa de imagem para o audiovisual. Transita entre as linguagens da pintura, fotografia, vídeo, instalação e performance. A sua pesquisa investiga afro-visualidades, relacionando memória, periferia e natureza. Em 2019, foi artista residente na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage. Já participou de coletivas no Galpão Bela Maré (2016), Biblioteca Mário de Andrade (2016), Galeria Oasis (2022), Fábrica da Bhering (2022), Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (2022) e Centro de Artes Calouste Gulbenkian (2023).

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Crédito foto de preferência Henrique Schafer - tatiana schunck_edited.jpg

Tatiana Schunck

Tatiana Schunck (São Paulo - SP, 1979) é artista, pesquisadora e escritora. Doutorou-se em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e é professora no mestrado profissional da Escola Célia Helena / Escola Itaú Cultural. Atua com performance, arte relacional, escrita, metodologia de pesquisa, e ministra laboratórios poéticos de pesquisa em Artes em instituições de pesquisa. Coordena também projetos educacionais e artísticos e realiza ações artísticas, como a "Performance de uma Pessoa Escrita", “Corpo Geo Grafia”, “Pinto suas unhas”, entre outras. É autora do livro Performance de uma pessoa escrita: escuta, escrita, relação e sensação de realidade na arte, pela Editora Telha.

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Xilopretura

A Xilopretura surgiu em 2016, idealizada por Val Pires (Rio de Janeiro - RJ, 1986), artista negra, moradora de Guapimirim. Arte-educadora formada pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ), desenvolve pesquisas em xilogravura sobre afetividade, acolhimento e saberes nas relações entre mulheres negras. Valquiria Pires é artista gravadora, urbana e visual, com participação em projetos como o Distrito de Arte do Festival de Ativação Urbana, onde criou um painel de 30 m² na zona portuária do Rio de Janeiro. Atualmente, segue com sua pesquisa e produção artística na Xilopretura.

Produção
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Realização
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